11/04/2018

Albufeira 2018- Sub 16 femininas fizeram a melhor classificação de sempre

   As festas de Albufeira são o palco onde se demonstra a qualidade do trabalho que se vai fazendo nas diferentes zonas do país. Para a maioria das crianças e jovens é o momento de observar jogos com mais qualidade do que habitualmente veem. É igualmente o momento do ano em que se fazem e reveem amizades feitas nos anos anteriores. Para os craques das Associações mais fortes é o momento em que o país vê nascer mais um potencial talento para o "profissional" basquete português!
   O Basquetebol do Alentejo fez em 2017 uma profunda reforma nos seus quadros dirigentes com uma Direção e um Conselho de Arbitragem novos, liderados por jovens que têm demonstrado ser capazes de se afirmar num plano nacional: João Leitão e Manuel Marchante. A Direção optou por manter o mesmo Diretor Técnico e foi com este, que o futuro se recomeçou a construir. Albufeira 2018 foi o palco de exame das suas opções.
   As equipas e os dirigentes presentes procuraram manter a imagem muito positiva deixada na última edição e a ABA voltou a sair reforçada. Infelizmente o conteúdo basquetebolístico nem sempre soube demonstrar essas linhas orientadoras e a visão de futuro. A liderança técnica não introduziu nada de novo e permitiu até vícios antigos. O trabalho dos que se esforçaram, ficou pois muito prejudicado e o futuro com nuvens muito negras.
   O primeiro elogio é para os dirigentes da ABA, nomeadamente José Sargaço que foram de um apoio a todas as equipas durante a competição. Liderados pelo João Leitão, 4 dirigentes e 6 treinadores para uma competição de 6 dias é muito pouco e ficou aquém do esperado.
Seleção de sub 16 Feminina - A melhor classificação de sempre
Nota: esta tabela apresenta um erro, pois o Alentejo classificou-se em 14º.
Na época 2017/18 não houve campeonato regional por não haver equipas suficientes para o realizar. No 1º treino de seleção estiveram as 25 atletas possíveis para escolher 12. A qualidade das jovens está longe do pretendido mas a grande maioria tem menos de 2-3 anos de basket, havendo mesmo 3 jovens com menos de um ano na modalidade. Com muito brilho atingiram o 14º lugar e fazendo melhor do que em anos anteriores. Quando jogaram contra Leiria e Vila Real demonstraram que ainda estão longe desse patamar. 
   Matilde Francisco foi a atleta com melhores performances individuais, Sara Pestana das mais utilizadas, Maria Dourado e Leonor Valadas foram de uma utilidade para o grupo impressionante e Mariana Ramos teve um azar que dificilmente esquecerá. No anos em que era das mais influentes, lesionou-se na véspera e ainda assim, com o pé "pintado de negro" quis jogar no 1º jogo. As 5 jovens demonstraram uma postura extra desportiva igual a todos os atletas da André de Resende, mas ainda assim merecem ENORME ELOGIO.
Seleção de sub 16 Masculina - A um passo do nível 1
   Liderada por Luís Caeiro, demonstrou o bom trabalho realizado durante a época. Igualou a boa classificação do ano anterior, mas ficou a um passo do nível superior. As lesões de alguns atletas que fariam a diferença e a falta de liderança na resolução de "pormaiores" no apoio ao treinador justificam a razão de não se ter atingido a subida ao 1º escalão. Atletas e treinador merecem aplauso.  
João Madeira foi o espelho desta seleção: Trabalhador, com muitos fundamentos técnico táticos e trabalhando em prol da equipa. CINCO ESTRELAS.
Seleção de sub 14 Feminina - O futuro assegurado
 
   Foi o grupo que demonstrou melhor o que pretendiam a nova equipa diretiva. Abdicar de resultados imediatos e apresentar uma equipa de jovens que serão o futuro do basket feminino do Alentejo. Marco Galego descobriu na sua adjunta Sara uma treinadora para muitos anos e as petizes mostraram uma organização defensiva e ofensiva que não deixou ninguém indiferente. Os resultados irão aparecer num futuro próximo. Inês Pechincha, Cláudia Varela e Gabriela Fernandes fazem parte deste futuro, onde se incluirão mais 2 ou 3 jovens da André de Resende.
Seleção de sub 14 Masculina- Demasiados equívocos a montante!
   Esta tabela apresenta igualmente um erro: Alentejo classificou-se em 14º, ainda assim a pior classificação desde 2014. A modesta prestação veio demonstrar a série de equívocos que todos tentámos alertar antes da ida para o Algarve. Tudo o que girou em volta deste grupo foi pouco normal. Mais grave é que apesar disso a ABA volta a insistir no que todos assumem como errado. 
   Numa época em que, abaixo do escalão de sub 14, o trabalho associativo é muito medíocre, o trabalho nos restantes escalões e num futuro muito próximo fica comprometido. A ausência de convívios de minibasquete, esquecido com a atual direção técnica associativa, foi deixado apenas aos clubes o trabalho para o futuro da ABA. Os resultados da equipa de sub 14 que foi escolhida para Albufeira, não auguram nada de bom para o futuro. 
   Os jovens Miguel Rita e Tiago Antunes integraram um grupo de jovens merecem um aplauso pela tenacidade e postura superior.
Texto da autoria de Luís Francisco

10/04/2018

Agradecemos aos nossos reporteres que nos enviem as fotos das festas.

   Nos tempos que correm é difícil encontrar profissionais como deve ser. Mandámos ás Festas de Albufeira duas dezenas de repórteres e passadas 48 horas ainda não mandaram as fotos. Será que temos que iniciar processo de despedimento? Mandem lá mais fotos. Aqui estão as primeiras:
Momento muito alto o almoço proporcionado pelo Presidente Dr. João Leitão e o patrocinador da ABA. Uma surpresa muito bonita a terminar um ponto alto no basket de formação. 

E que tal um tesourinho?

Meia dúzia de anões com o pai Serrano e a mãe Mariana!!!
João Calçada mais bonito, Manuel Marchante com cabelo...

Sara Silva é beijada pelo Blitz

  Eis a "estória" do beijo:
Sara magoa-se num lábio após choque contra adversária.
Mariana Ramos convence o Blitz a beijar a lesionada para passar o doi-doi!
Sara fica envergonhada ao ver o pavilhão cheio a aplaudir o "kiss" da mascote!

02/04/2018

Seniores com calendário NBA: Abril em Évora, Maio em viagens !

I Campeonato Nacional 2.ª Divisão 
   Vai começar a 2ª fase onde 2 grupos de 6 equipas discutirão quem pode subir de divisão. A André de Resende, à semelhança das últimas épocas volta a estar entre os melhores desta competição. À partida o favoritismo não lhe pertence, pois muitas contrariedades têm contribuído para tal, mas conhecendo os atletas, treinadores e dirigentes, todos esperamos que qualquer equipa tenha que estar no seu limite para os vencer.
   Diogo Ganhão , João Godinho, Miguel Galo, João Marques, Gonçalo Santos e após a 2ª jornada Ludgero Teixeira não constarão nas fichas de jogo, mas Micael Duarte, Rui Pechincha, Pedro Ivo, João Ludovino, Nuno Costa, Gonçalo Nunes e Carlos Silva (caso nenhum se lesione!) jogarão 2 meses num desgaste tremendo, mas demonstrando a qualidade que se lhes reconhece.

26/03/2018

Antes da páscoa cordeirinhos vencem rivais!

 Jornada concentrada de sub 14

 André de Resende "A" perde com André de Resende "B" mas dá-lhes luta e os mais velhos tiveram que se empenhar a sério. Já contra Elvas os petizes não venceram mas voltaram a empolgar os que os viam jogar. Muita qualidade em Cláudia Varela, Inês Guerreiro, Gonçalo Madeira, Sara e Vera Nascimento e Guilherme Miguéns.


Já a André de Resende "B" venceram os "A" e  Elvas confirmando o que este torneio demonstra: Qualidade de quase todos: Rui Banha, José Ramos, João Ferreira, Gonçalo Miguéns , Miguel Rita, Tiago Antunes, Diogo Mantas, Miguel Quintano e Tiago Figueira.

Jornada concentrada de sub 16 em Estremoz..Elas com Madeira ganharão mais jogos?
A pergunta era pertinente e o Estremoz perdeu com elas, mas o "americano" Madeira marcou 32 pontos. Contra o Elétrico as cachopas estiveram a vencer até ao princípio do 3º período, mas a qualidade de Miguel Fernandes e a mestria do coach PonteSorense (Bruno Fernandes) fizeram o resto. As raparigas brilharam até esse momento e João Madeira evoluiu a jogar com elas, afinal jogam bem melhor que que muitos rapazes da mesma idade!
  

21/03/2018

Maria Dourado ensina os seniores a afundar e eles imitam!!!


11 atletas da André de Resende representarão o Alentejo !

A qualidade do ensino na André de Resende é sobejamente conhecida. Se num passado recente as equipas chegaram a disputar títulos nacionais, as últimas duas/três épocas  registaram um recuo nesses resultados. Os resultados estão novamente a surgir e os jovens que irão a Albufeira demonstrarão isso mesmo. Alguns deles/delas poderão até surpreender pela qualidade, mas todos, mesmo todos, mostrarão uma postura social e desportiva de registo. Já estamos orgulhosos deles!
 
 
 
 
 Falta foto de Maria Dourado Silve que aparecerá em futuro post!!!
Veremos ainda a Margarida Correia a representar Lisboa e o pequenino sub 14...não, desculpem foi engano. O pequenino já passou dos 40. Já não pode jogar nas festas juvenis de Albufeira!


20/03/2018

Vitória com pouco sabor

    AAUniv.Évora/André de Resende 57 x C.B. Albufeira 49
parciais: 15-14, 14-15, 15-08 e 13-12
jogaram: Ludovino 2, Carlos Silva 12, Mika, Mini 19, Nuno 11, Ivo, Pechincha 3 e Gonçalo 10
   Num jogo com pouca qualidade a André de Resende voltou a nivelar por baixo. Após as excelentes exibições que haviam protagonizado nas últimas jornadas e mesmo na última semana em Ponte de Sor contra o CAR, os azuis não conseguiram brilhar. Uma exibição cinzenta sem destaques individuais.

Sub 14 masculinos André de Resende “A” (mista) foi a Beja e venceu os RED Mad Dogs e os Salesianos, o que foi a grande surpresa do dia. A equipa mista tem demonstrado que a experiência é muito positiva e o coach Nuno Antunes revela-se na profissão!

Sub 14 masculinos André de Resende “B foram a Elvas vencer a equipa raiana e surpreendentemente o Atlético de Reguengos por um ponto.

Sub 16/19 mista, composta por João Madeira e as atletas sub 19 tiveram uma jornada pouco interessante, pois pela 4ª semana seguida jogaram contra Reguengos. No final do 1º período igualavam o marcador a 14 pontos, mas os rivais aumentaram a intensidade e não deram hipótese. Contra selecção ABA, composta por 5 atletas da André de Resende, 2 de Reguengos e 6 de Beja, a vitória nunca esteve em discussão.
 
 
 
 
 
 
 
 

11/03/2018

Excelente exibição não chegou para vencer !

Atlético Reguengos  82 André de Resende 75
parciais: 21-14; 21-16, 19-23 e 21-22
 fotos Unirádio de Reguengos
     Jogo decisivo para confirmar qual das equipas passaria á fase final em 3º ou 4º lugar no grupo, pois as equipas algarvias Tubarões de Quarteira e Portimonense já haviam garantido os primeiros lugares. 
   O derby alentejano comprovou que ambos os clubes têm qualidade e são capazes de proporcionar emoções fortes a que assiste aos seus jogos. Quem não foi ao pavilhão, pôde igualmente acompanhar em direto o jogo, transmitido pela Unirádio de Reguengos, que merece de todos nós um enorme elogio, pois assim divulga a imagem dos dois clubes e do basquetebol alentejano.
   Início mais forte dos eborenses que lideraram fruto de uma defesa bem adaptada ao ataque rival e com ataques pausados. Reagiu o Reguengos, com uma defesa muito agressiva como é seu timbre. Foi esse o argumento que lhe permitiu liderar o marcador durante o resto da partida. O intervalo registava 42- 30 e ficava claro que a André de Resende geria todos os seus atletas para chegar ao último período em condições de discutir a vitória. Ao longo da 2ª parte os azuis foram recuperando, fruto de uma defesa bem conseguida, aproximando-se no marcador. Quando tal acontecia, um ou dois erros voltava a afastar o marcador para 8-10 pontos. No último período a André de Resende aproxima-se nos 61-58; 73-67: 78-72. Nos minutos finais o Reguengos soube contrariar a qualidade técnica/tática dos azuis com a agressividade defensiva e ofensiva no capítulo dos ressaltos ofensivos. Neste item o Atlético tem muito mérito e foi certamente o detalhe que conferiu a vitória aos da casa.  
  A André de Resende termina esta fase em grandes dificuldades, não podendo contar com quase metade da equipa. Em Novembro passado Miguel Galo sofreu lesão dos ligamento cruzados e foi operado, João Godinho foi igualmente intervencionado, Diogo Ganhão fraturou um braço e Gonçalo Santos passou a exercer medicina em Braga.  Se as ausências são muitas, neste jogo ninguém se lembrou delas, o que é bom sinal. Gonçalo Nunes  (2) defendeu muito bem e já é reforço, Rui Pechincha (12) fez exibição de luxo e eventualmente deveria ter estado mais minutos em campo, pois para além de ter convertido 8 pontos consecutivos, marcou 3 triplos. Carlos Silva foi gigante, marcou 19 pontos e jogou os 40 minutos. Os números dizem tudo. João Marques (28) e Nuno Costa  (9) foram os maestros, com exibições a demonstrar que podem jogar noutro patamar. Tivesse "Mini Marques" sido mais eficaz nalguns momentos defensivos e Nuno Costa mais agressivo na 2ª parte no lançamento ao cesto e as suas exibições teriam sido perfeitas. Micael (5) é Micael e isso diz tudo de um atleta exemplar. Foi vítima do único lance no jogo que deveria ter merecido sanção disciplinar a Diogo Rosado ao sofrer cotovelada num ressalto de lance livre  e que foi tão visível que só se explica que nenhum dos árbitros tenha visto porque o seu olhar apenas seguiu a bola (esta não faz faltas).
Ludgero Teixeira, João Ludovino e Pedro Diniz ajudaram a sua equipa na solidez defensiva e na organização dos ataques, onde souberam jogar em prol do coletivo.
   Nota final para a arbitragem que teve um jogo difícil para gerir e tiveram o mérito de não terem tido influência no vencedor. Reguengos ganhou com todo o mérito na vitória. Em lances que não deixam dúvidas o Reguengos pode queixar-se de uma falta a terminar a 1ª parte de Pedro Ivo que daria 3 lances livres aos da casa. Mas o que dizer a André de Resende? João Marques viu anulado um cesto com falta (menos 2 pontos); Nuno Costa em contra ataque sofre falta de um adversário, que sem querer o faz tropeçar. O árbitro nem falta considera, mas é falta anti desportiva (2 lançamentos e posse de bola). Falta anti desportiva de Diogo Rosado sobre Micael atingindo com uma cotovelada nas costas do adversário, com rápida intervenção de todos os atletas para serenar o atleta eborense (2 lançamentos e posse de bola). Nos erros de interpretação de lances compreende-se, mas em situações tão claras? Momento divertido ocorreu a 4 segundos do final quando Marco Suzano solicita ao árbitro que a falta que este havia assinalado (e bem ao colega) o deveria ser registada a si.  O árbitro salomonicamente acede e muito justamente, afinal o atleta Reguenguense já provocava o sorriso no banco dos azuis pois o marcador eletrónico só lhe registava 3 (TRÊS) faltas. No vídeo do jogo consta-se que deve ter ultrapassado a dezena!!!