Mais um jogo, mais uma vitória, mais bi-polaridade.
Parciais: 25-24, 12-29, 13-17 e 23-18
Jogaram: Rui Pechincha, Ludgero Teixeira 11 , Diogo Ganhão 24, Nuno Costa 9, Duarte Imaginário 12;
Miguel Galo 8, Carlos Silva 5, Guilherme Ramalho 2, Ricardo Carvalho 16 e João Ludovino 2
Na semana anterior a equipa tinha começado com um parcial de 10-6 nos
primeiros 6 minutos e terminou com um parcial de 19-3 nos quatro minutos
restantes. Os atletas saídos do banco haviam marcado mais de metade dos pontos da equipa. Este facto ocorreu demasiadas vezes esta época e...voltou a
acontecer!
Ao minuto 6 a
equipa eborense perdia 18-5 e em quatro minutos fez um parcial de 7- 19.
Como não houve
mudança tática, certamente o treinador da André de Resende tem cometido o mesmo
erro em vários jogos.
No segundo
período o domínio foi tremendo com grande pressão defensiva, rigor na defesa do
um contra um e uma velocidade nas acções ofensivas que deixaram todos os
assistentes muito satisfeitos com o espectáculo proporcionado. Vantagem de mais
17 pontos em 10 minutos.
Com uma vantagem
de ao intervalo a equipa da André de Resende voltou ao ritmo "menos
rápido" e no 4º período, após a 4ª falta de Ludgero Teixeira e Diogo
Ganhão sofreu mesmo um parcial de 8-0 e perdeu o parcial por 5 pontos.
Nos momentos de brilho os atletas revelam enorme qualidade, jogam de forma colectiva e defendem organizadamente. Nos momentos depressivos, alguns nem defendem e o ataque é lento, privilegiando soluções individuais. Com o campeonato na reta final fica claro que Évora tem atletas para estar num patamar superior, mas é urgente corrigir a forma como se treine e se compete.
ANDRÉ DE RESENDE 41 Tavira 40
Pode-se ganhar e jogar mal...
ANDRÉ DE RESENDE 46 Algés 96
E perder...jogando tão bem!
O título reflecte bem o sentimento das atletas e dos seus apoiantes. Ficaram bem mais satisfeitas com a exibição contra o Algés, mas claro...ganhar é sempre bom.
Quando um pequeno grupo de atletas joga uma época inteira, defrontando sempre equipas de grande qualidade e naturalmente perdendo, no dia em que podem ganhar, apodera-se um estado de ansiedade.
Parciais: 10-07, 14-14, 05-11 e 12-08
Jogaram: Mariana Ramos 5, Mihaela 6, Maria Dourado 4 , Sara Silva 2, Matilde 21 (13 na 1ª parte), Magui 2, Lifan e Carolina.
Com a auto-obrigação de ganhar as jovens passaram momentos em que os nervos toldaram a clarividência para tomar as melhores decisões. Os últimos 23 segundos de jogo demonstram isso mesmo. A vencer por apenas um ponto, a André de Resende ganha um ressalto defensivo e escolhe um passe de contra ataque para uma atleta isolada. A bola perde-se, saindo pela lateral do meio campo. Mais uma defesa colectiva e posse de bola e falta do adversário. E mais uma posse com o árbitro a assinalar (bem) 5 segundos. Nova defesa com ressalto ganho e quase perda de bola...no apito final!
Até cansa, só de ler!
No dia seguinte, quando todos esperavam um massacre frente ao Algés, o muito público presente ficou embasbacado com a fabulosa exibição que as jovens da André de Resende estavam a fazer. Quase no final do primeiro estavam a vencer o rival, defendendo muito bem, com ajudas, roubando a bola e sempre a comunicar entre si. O ritmo era muito intenso e sabia-se que as alentejanas não conseguiriam aguentar aquela intensidade. A rotação das lisboetas era constante e o cansaço fez-se sentir quase a soar o intervalo (25-40). Cinco lançamentos falhados por Miha Sandu e oito lances livres desperdiçados por Matilde Francisco dariam uma surpresa total.
No segundo tempo já não houve história, pois o cansaço acumulado de dois jogos seguidos e um plantel com apenas oito jogadores havia feito muito estrago.
Parciais: 12-19, 13-26, 11-25 e 10-26
Jogaram:Mariana Ramos 17 (14 na 1ª parte), Mihaela 7, Maria Dourado 6, Sara Silva 4, Matilde 12, Magui , Lifan e Carolina.
Campeonato sub 16 ABS
ANDRÉ DE RESENDE 40 Seixal 45
Está cada vez mais perto o aparecimento de vitórias consecutivas
Jogaram: Rita 04, Quintano 02, Sun 04,Banha ,Tiago Antunes 06, Mantas 1, João Ferreira 7 e José Ramos 10, Tiago Figueira 6
Parciais: 08-11, 15-11, 08-10 e 09-13


Jogo equilibrado, emotivo e com muito público. O equilíbrio foi até á jogada final em que o Seixal converte um triplo nos últimos segundos e decide o vencedor. A André de Resende soube sempre pressionar em campo inteiro e conseguir muitas posses de bola, mas a baixa estatura dos seus atletas cria dificuldades no ataque de posição. Nesta forma de jogar, com enorme velocidade de execução, os bases destacam-se e os pequeninos assim o fizeram. José Ramos e Tiago Figueira foram neste jogo os que melhores atributos demonstraram, mas todos os restantes foram de enorme entrega, pensando sempre no colectivo.
Os jovens demonstram evolução a cada jogo e em cada um há quem se destaque. Nunca o mesmo atleta, significando com isso que a evolução é conjunta.


Jogo equilibrado, emotivo e com muito público. O equilíbrio foi até á jogada final em que o Seixal converte um triplo nos últimos segundos e decide o vencedor. A André de Resende soube sempre pressionar em campo inteiro e conseguir muitas posses de bola, mas a baixa estatura dos seus atletas cria dificuldades no ataque de posição. Nesta forma de jogar, com enorme velocidade de execução, os bases destacam-se e os pequeninos assim o fizeram. José Ramos e Tiago Figueira foram neste jogo os que melhores atributos demonstraram, mas todos os restantes foram de enorme entrega, pensando sempre no colectivo.
Os jovens demonstram evolução a cada jogo e em cada um há quem se destaque. Nunca o mesmo atleta, significando com isso que a evolução é conjunta.